
Nesse caso, Lula e Jair Bolsonaro estão unidos – unidos na mentira da facada.
Lula afirmou nesta semana que a facada não existiu. Teria sido uma armação para vencer as eleições.
Absurdo? Sim.
Mas tem efeito: essa teoria conspiratória engana ainda muita gente.
Jair Bolsonaro se rebelou também nesta semana contra o fato de que Adélio Bispo, autor do atentado, não será preso.
Será internado por problemas mentais.
Ele não se conforma que os fatos desmentem sua mentira: a de que haveria um complô por trás daquela facada.
Note: uma psiquiatra indicada pelo próprio Bolsonaro participou da avalição mental de Adélio.
Foram unânimes: Adélio sofre de esquizofrenia.
A Polícia Federal, subordinada a Jair Bolsonaro e Sérgio Moro, não encontrou nada.
E não é por falta de investigação. Pelo contrário.
O sonho de Bolsonaro era encontrar alguma ligação com a esquerda: PSOL ou PT.
Dimenstein: mentira da facada consegue unir Bolsonaro e Lula publicado primeiro em Catraca Livre
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